Formação EXCLUSIVA para o Agrupamento António Feijó
A avaliação das aprendizagens dos alunos tem sido uma fonte de angústia nas escolas, para professores (Barbosa & Neves, 2006), diretores, pais e alunos. Para além de uma especial confusão entre a avaliação e a classificação dos alunos (Barbosa & Neves, 2006), sublinha-se, no caso dos professores, a ausência de uma conceção partilhada sobre avaliação, os seus tipos, propósitos, momentos, instrumentos e participantes.
De facto, e segundo Domingos (2009), diversos estudos apontam para a ausência do caráter contínuo e sistemático da avaliação, a influência da intuição dos professores nos processos de avaliação formativa e o enorme peso que a cultura da escola exerce sobre as conceções e práticas de avaliação, impossibilitando assim o desenvolvimento de uma atitude reflexiva sobre as suas crenças e práticas, bem como uma perspetiva crítica acerca dos normativos que regem a avaliação.
Encontrando-se a escola E.B. 2, 3 de António Feijó atualmente em processo de revisão dos critérios de avaliação previamente definidos, informa-se a comunidade educativa que durante os meses de Abril, Maio e Junho terá lugar nessa escola o Círculo de Estudos “Critérios de Avaliação das Aprendizagens: Conceção de Documento Orientador”, registado no Conselho Científico e Pedagógico da Formação Contínua com o n.º CCPFC/ACC-90412/17, e por essa entidade, acreditado com 0,7 créditos de formação contínua para professores do 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico. Este círculo de estudos, de 18 horas de duração, tem como meta a produção do documento orientador previsto no artigo 7.º do Despacho normativo n.º 1-F/2016, e insere-se no domínio da Formação educacional geral e das organizações educativas.
Inscrições junto da Coordenadora da Formação, Profª Luciana Brito
REFERÊNCIAS
Barbosa J., & Neves A. (2006). Fantasmas, mitos e ritos da avaliação das aprendizagens. Revista Portuguesa de Pedagogia. Coimbra: G.C. – Gráfica de Coimbra, Lda., ano 40-3, 219-235.
Fernandes, D. (2009). Avaliação das aprendizagens em Portugal: investigação e teoria da actividade. Sísifo. Revista de Ciências da Educação, 09, pp.87-100.